quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2009...

Retrospectiva de mais um ano crônico

Igual a todos os anos a gente sempre tenta lembrar de muita coisa que aconteceu durante o ano que esta chegando ao fim. Para mim, 2009 foi um ano que me rendeu muitas histórias, como todos os anos anteriores e os seguintes, se minha amnésia não piorar precocemente. Fiz gente sorrir e chorar, assim como sorri e chorei. Mas o mais importante é justamente que fiz isso, e que me fizeram isso. Pessoas, boas ou ruins, entram e saem da nossa vida sempre trazendo algo para ensinar. Pessoas que causam fatos, que mostram exemplos, pessoas.
O fundamental nisso tudo é se falar das pessoas, é ver que mesmo não tão agravéis, elas estão presentes. No mundo todo, e principalmente de quem trata diretamente de humanidades, pessoas são os elementos mais importantes da sua vida. Seu computador, telefone, automovel e tv a cabo não são tão fundamentais quanto pessoas, são só coisas feitas por pessoas. E nesses tempos precisamos de tantas relações sociais quanto forem precisas, porque pessoas precisam de pessoas. Você, sua família, seus amigos, seus colegas, isso tudo é mais um conjunto de coisas precisas. Você nunca será você só, e mesmo os que não são muito positivos nas questões de humanidades precisam viver sobre esse pessamento paralelo de relações sociáveis.
Bem isso tudo é só pra dizer que o pensamento ais claro que tenho sobre sociedade é que, pessoas são exemplos de outras pessoas. Você e seus conceitos e principios são meros fundamentos que ver em outras personalidades e apenas mostra-se se gosta ou não.
Desejo-me um 2010 como um 2009, um ano de melhoras e mudanças, de alegrias e decepções e com muitas pessoas, para me ensinar o certo e o errado, para me inspirar ou deturbar meus pensamentos e filosofias. Desejo que seu 2010 seja como seu 2009, que se você acha que teve mais decepções do que alegrias, não adianta pedir apenas alegrias, já que a vida de ninguém é um mar de rosas.
Dê importancia e valor as pessoas e suas relações sociais. Não formule uma teoria egoteocentrica para o seu 2010... prometa fazer o bem a você e aos outros. Mas o bem só a você pode acabar machucando os outros. Prometa ser bom aos seus limites. Ser do bem, não é ser santo, casto, piedoso, mas reconhecer, de forma saudável os estímulos da vida.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Bebel lança sucesso

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Voz: Bebel

Violão: Diego

Vocais: Bia

Comentários: Bira

Gravação e divulgação: Mila

Local do show: Tia Ana Home, um dos melhores points de Natal/RN

Ofende!

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Se beber, err... se beber... se beber... Ah, sei lá! Se beber beba bem mto! Alan e Bebel ensinam.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Quem tem razão?

Breve crônica sobre rótulos e utilidades.

Essa bixinha de vermelho aí sou eu!
-Tá perto? Tá chegando? Não sei se furo a fila?!
Ontem, ouvi muitas críticas de um amigo, eu tava ouvindo Tomate e meu msn acusou isso.
- Sinto saudades de quando você ouvia Linkin Park (amigo)
Ei, eu ainda escuto linkin park, mas também escuto Tomate. Acho bom os dois, eu me considero muito uma pessoa não rotulável. Até nos meus tempos de rock eu não me limitava a ouvir só rock, fica intediante seguir uma linha.
Meu ouvido é ilimitavel (rock, pop, axé, forró, mpb, jazz), meu, eu gosto de quase tudo! Não fique achando que eu saio por ai também ouvindo calypso e deja vu.
Já perceberam que o que você ouve você é rotulado?
Sim, existem músicas que poluem nosso cérebro, mas não precisamos ser tão radicais.

Outro ponto, você tem uma idéia. Montar um ambiente "público" bem com suas caractéristicas, do que você e alguns poucos e bons amigos gostam.
Você segue o nerdismo, eu não! Você segue o babaquismo, eu não!
Muitas vezes o que é útil para você, não é para mim! Então por que apontar o outro e dizer que isso é inúltil e insatisfatório?
Eu mesma sou uma pessoa ilimitavél, que gosto de experimentar coisas antes de falar sobre o assunto. Exemplo disso:
- Comida japonesa é horrivél! (minha irmã)
- Por que horrivél? Você já provou? (eu)
- Não! (minha irmã)
- Então como pode falar que é horrível! Não fale do que você não conhece, que um dia você come e gosta aí vai entrar em conflito dos seus argumentos anteriores que não tinham provas concretas!

No dia seguinte:
- Carnaval em Caicó? Já foi em outro canto no carnaval? (amigo judeu)
- Não! (eu)
- É por isso que você e seu primo valorizam muito carnaval lá, nunca experimentaram outro tipo de carnaval! Eu vou pro Rio de Janeiro. (amigo judeu)
- Justamente, eu só passo lá, então só falo que lá é bom, não vou falar de outros tipos de carnavais, já que eu só conheço um! (eu)

Pesar as palavras e não precipitar em rotular a opção alheia! Se você nunca vai comer comida japonesa ou nunca vai no carnaval de Caicó, beleza. Mas cuidado para que sua visão não lhe deixe uma pessoa restrita, limitavel. Questione, pense, experimente. Eu muito me pergunto, o que é bom e o que é ruim. Porque calypso é ruim? E para quem música clássica é ruim? Ei, são perguntas que precisam de determinadas opniões, mas são opniões que não contam em nada.
Opniões são coisas relevantes e facilmente quebravéis.
[Polêmica]
bem, meus argumentos acabam aqui! Eu acho!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Ensaio sobre a caganeira

Vários conselhos em uma única e desastrosa noite!
[Baseado em fatos reais]

Durante muito tempo dialogando sobre assuntos aleatórios, eu e mais dois amigos (que não irei revelar os nomes porque não tenho permissão pra isso, então, mudarei os nomes) decidimos do nada ir para canto nenhum. Depois de alguns minutos rodando pelas ruas da capital numa pajero tr4, a motorista (agora vocês sabem que um dos personagens é mulher) encontra um posto com preço legal para abastecer e seguirmos na nossa aventura sem destino.
-Sede!
O outro personagem, um rapaz que nos acompanhava, pede parada em outro posto para comprar cerveja importada.
Idéia melhor tem nossa amiga! - "quero beber whisky"
"Mané whisky, você está dirigindo sua louca!" (eu ou o amigo disse isso)
"Um suave, só um pouquinho!"
Até agora eu não consigo entender como se compra duas garrafas de whisky, alguns copinhos de água de cóco, e umas meras latinhas de red bull e dá uma conta de 300 reais. Inexplicavel? E tudo isso pra ser consumido por 3 pessoas.
Whisky suave, podre de caro! Você bebe e nem sente, e quando vê já está a amiga louca-louca e semi-bebada. A pajero tr4 é dela, e como eu também bebi não me atrevo a pedir as chaves, mas não queria arriscar a voltar com ela daquele estado. Mesmo semi-bebada eu sabia que dentro de mim existe algum juizo.
É quarta-feira, 23h, pouco movimento na cidade calada preparada para estourar uma grande festa no dia anterior, mesmo assim, nenhum de nós três fazemos questão de participar. É bom mesmo ficar ao leu, no meio de lugar nenhum tomando whisky que foi pago com cartão de crédito de terceiros. Sim leitor, a conta foi paga com o cartão do marido da amiga! Que coisa não?!
Meia-noite, e como todo conto de terror toda a desgraça começa de meia-noite, nossa amiga atende o celular, o marido liga pra saber dela, como ele estava viajando, ela entre soluços e mais soluços conseguiu enrrolar uma história qualquer para ele, tentando não transparecer na voz a alegria etilica. Rimos muito, mas minutos após essa ligação passa uma moça com olhos muito fixos em nós, nem eu nem o amigo sabia dizer quem era, e a amiga não havia percebido a estranha por perto. O marido dela volta a ligar, e já sabido onde ela estava, fazendo o que e com quem. A amiga se levanta, olha ao redor e percebe a estranha e vai em direção a ela, dando algumas topadas e cambaleando um pouco. Eu e o amigo, continuamos perto do carro sem entender o que está acontecendo, quando nós deparamos com gritos e bofetões entre a amiga e a estranha.
- O que você ganha com isso, sua rapariga? Quer ele pra você? Fica! Agora saiba que quem acaba meu casamento sou eu! Você não passa de um playground! Quem te mandou vir aqui? Ta me seguindo? Virou detetive dele?
A estranha foi ferozmente "agredida" e não revidou muito, e a briga só parou depois que eu e o amigo, e as amigas da estranha partiram para a defesa, e um policial que fazia a ronda parou para averiguar o que estava acontecendo. Percebi um lado da amiga que não imaginei que existia naquela carinha de menininha que andava sempre rindo e nunca parava de falar.
- Mulher beba já tem dessas coisas, de querer virar homem e parti pro murro com as outras! (disse o amigo)
Bem, nós não ficamos só assistindo o "vale-tudo", fomos lá tirar a amiga, lógico!
Tentamos convence-la a voltar para casa antes que fosse tarde demais, sem sucesso, nesse momento eu já estava com medo e arrependida de ter aderido as idéias desde o primeiro momento. Mas já que tava na chuva era pra me molhar.
Passamos muito tempo por ali, falando das outras pessoas, falando das festas, saboreando whisky 12 anos... bem hora de voltar para casa. Já é quase manhã, na volta para casa parada para um guaranázinho-tira-ressaca, outra péssima idéia... muito dessas misturas não faz bem para um estomago sensivel às 4 e pouco da manhã. Um de nós acabou com uma disfunção intestinal e 27 minutos no banheiro. Foi da vitamina? Não, nem chegou a tocar na bebida.
Ainda faltava muitos quilômetros para chegar cada um nas suas respectivas casas do mesmo minúsculo bairro. E até lá, ultrapassagens arriscadas, muita velocidade e quase duas batidas eu ainda pude constatar numa pajero tr4 que tocava Banda Eva!
Chegamos vivos, porém não inteiros.

Que lições tirar disso?
- Não beba se for dirigir!
- Não brigue se beber!
- Não vá na dos outros!
- Se não aguenta, pare! Antes que fique dando vexame em banheiro público!
- Não case!
- Se casar, conste o saldo do cartão de crédito do companheiro!
- Se você tem um imã para pessoas anormais, se intitule anormal também!
- Antes de comprar coisas, faça o calculo para quando chegar ao caixa não ter supresas caras!

Sexta-feira tem mais! Mesmo com tanta emoção, foi bom!

[Texto sem correções]

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Espie atrás da porta ou pela fechadura!


Você pode ver muita arte pela fechadura
Você pode ver coisas bonitas ou não
Veja o que quizer
Veja toda a arte de todos os versos de todos os mundos
Visualize toda a inspiração do ar
Ela nasce do nada
(C.S. Bezerra - Minha arte)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

Inferior x superior?

Considera-se que não é possível comparar duas culturas diferentes para tentar estabelecer a superioridade de uma em relação à outra, pois nosso julgamento estaria limitado pelos nossos valores. Os homens brancos podem achar que os indígenas são inferiores porque não dominam as tecnologias das armas de fogo, dos veículos, da eletricidade etc., mas os indígenas também podem considerar os brancos inferiores porque vivem atormentados pelo desejo de lucro e de acúmulo de riquezas, por exemplo, e não podem descansar ou viver tranqüilamente. Tudo depende do ponto de vista.
A compreensão sem preconceitos dos povos não existe uma relação de superioridade ou inferioridade. Isso é um processo meramente físico, ou seja, uma força pode ser superior à outra e pessoas não detem desse processo.
Na verdade, o que vemos no mundo contemporâneo é que taxa-se essa relação pelos poderes capitalistas, mais isso do que a detenção de conhecimento. Exemplo disso: "o pobre sabio pode menos do que o rico ignorante!".
É simplesmente a maldição do mundo, fundamentado desdes as primeiras civilizações onde um nomarca mandava em todos os outros nomos. E as correntes de pensamentos liberalistas e socialistas ajudaram bem mais a construir o mundo de diferenças nas relações sociais que vemos nos nossos tempos. Agora só basta questionar se isso existe de fato, se alguem pode mais que outros!

sábado, 3 de outubro de 2009

O vendedor de bananas



Até agora só o vi vender duas pencas
Foi a duas senhoras simpáticas do fim da rua
De chinelo, bermuda, camiseta e um chapéu de lona
Lá vai o vendedor de bananas
Verdes ou amarelas, elas ainda são muitas
Faz peso na carroça
E muito peso para suas mãos idosas

Lá se vai o vendedor de bananas
Com dor na barriga pelo pouco dinheiro
Com o sorriso no rosto pelo trabalho suado

As bananas estão molhadas
Hoje é um dia de chuva
E chuva não justifica o vendedor ficar em casa
Ele é silêncioso
Não grita, nem canta: "Oh, oh a banana!"
Talvez esteja poupando forças para empurrar a carroça
Ele é o silêncio
Pois sabe
Sua voz irritará a vizinhança por onde passa
Não espera ser visto
Espera que a beleza exótica de suas bananas
encante os olhares do bairro

Ele sabe
As bananas são lindas no silêncio



(Arte literária de Pasárgada - C. S. Bezerra)

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Nota internacional: Deus é brasileiro!



Sempre achei um exagêro e um clichê a expressão: "Deus é brasileiro!". Além de brasileiro ele deve ser mesmo alguém próximo do presidente Lula. Quando criança imaginava que Deus fosse um senhor de barba e cabelos brancos. Fizeram ele no cinema brasileiro, com Antonio Fagundes no papel de Deus, e continuou com a mesma imagem que sempre tive em mente, e agora é a cara do Lulinha. E mais uma vez, Deus, morador de algum lugar do Brasil (pode ser José Deus da Silva, mero agricultor do interior ou Dirceu Deus Albuquerque, um senhor poderoso da capital) disse hoje ao presidente: "você é o cara!".
Obama disse isso a Lula, e talvez queira tomar de volta essas palavras. Agora talvez ele esteja pensando em ter dito semelhanes palavras a sua esposa. Não escondo uma enorme admiração pela primeira dama norte-americana, mas hoje foi o dia em que ela tropeçou no tom sentimentalista. Admiro Michelle Obama mais, muito mais, do que a Dona Marisa. Acredito que todas as idéias de governar o país dono do mundo venham dela, mesmo Obama sendo 'o cara', mas hoje, os donos do mundo padeceram pelas palavras de uma mulher fantásica e viram a ascenção de um povo que tinha o pior plano para sediar um evento de proporções gigantescas. Um povo espanhol pecou pelas palavras, um povo japonês pecou pela falta de vontade. Um povo brasileiro absorveu pecados pela alegria.
"Sim, nós podemos!" ou para os menos providos gramaticalmente: "Sim, nós pode! Sim, a gente pode!". Essa frase veio de um americano para nós, e retribuindo, digo a maravilhosa Michelle: "Você é a 'cara'!", mas nesse dia a festa é nossa, é do Brasil. E não sei explicar essa maré de sorte. Se é porque o Brasil está na moda (tivemos os jogos Pan-Americanos recentimente, destaques nas Olimpíadas 2008, e a copa de 2014), se é pelo fato de estarmos evoluindo quanto as políticas internacionais ou se Deus é mesmo brasileiro. Hum, melhor pensar que são os três itens juntos!
Feliz Brasil para você!!!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Notícia: confusão em onibus por causa de um paraíba mijado!

(14/09/2009)
Richard Mirando, réporter de casos policiais no estado de Rio de Julho da República Federativa de Pasárgada, narrou na segunda- feira, 15 de setembro, um caso na sua coluna no jornal 'o atlas' uma confusão que o ele mesmo presenciou.
"Fim de semana, final do campeonato parsárgadiano de futebol, o estádio Maracanalhado está lotado pra ver o confronto entre os times frâncio e flúor, um clássico do futebol. Meu amigo, João Lopes que mora no estado do Rio Potenjuca, mais precisamente da cidade de Nativity, veio me visitar e juntos fomos ao estádio ver o jogo. Aí começa nossa tragédia.
- Mira, ô Mira. To querendo mijar, cara! Onde fica o banheiro aqui, boy?
- Porra, João! No meio do jogo? Eu vou lá com você, malandro!
- Bora!
Dentro do banheiro o pior acontece, João escorrega numa poça de mijo, sai do estádio todo fedido. O nosso time, o frâncio, perde de 2x1 e dentro do onibus outro pior fato nos acontece. Eis que entra um chefe de uma gangue de traficantes de um dos maiores morros do Rio de Julho e senta ao lado do meu amigo mijado, o João. Mais conhecido como Pantera Negão, o traficante toma o onibus em pisadas fortes, quase dois metros de altura e o tamanho do braço... nesse exato momento o cobrador fala com o tal Pantera Negão no legítimo sotaque chiadês.
- E aí, Pantera? Como tá, mano?
- Eu to mal, malandro, tá ligado? To com uma raiva, o frâncio perdeu, dei um dinheiro da porra nesse jogo, e meu time perdeu. To com vontade de matar um. Tem um monte de neguinho me devendo dinheiro de péda no morro, e pra completar meu dia tem um porra dum paraíba mijado aqui do meu lado, que merda meu!
Meu amigo João tentou controlar a situação pro lado dele
- Calma aí, Pantera. Eu também sou frâncio! Eu também sou frâncio!
- Que calma ai, 'mer mão', tu num tá ligado?! Tu tá todo mijado, seu merda! E o frâncio perdeu é culpa sua, paraíba. Mijou a camisa do meu time.
Pantera não matou meu amigo João. Onibus parou logo. Salvo pela parada!"

Construindo Pasárgada


Se bem me lembro, teve um tal de Manuel que disse que vinha bater nessas terras, falou um monte de coisas numa linguagem bonita 'que só'. Era um desbravador de terras poetisadas, como um amigo de Nei Leandro de Castro na terra de São Saruê. Mas esse não conta, era mais imoral que... (não posso continuar a rima). Diferente do que muitos pensam, pasargada não morreu. ela vai indo, vai indo, até o fim dos tempo, até o fim do mundo. Pasárgada é o doce, e se nada da certo na sua vida, venha embora pra cá. Arrume suas trouxas e pegue o próximo pau-de-arara.

Aqui é capital, tem praia, sol, shopping e cinema. Tem comércio de tudo e tem doutor. O primeiro prefeito foi um tal de Ciro II, filho de Ciro I e pai de Ciro III e avó de Ciro IV e bisavô de Rosa Madalena. Ciro II começou a construir Pasargáda dizendo que aqui era império; conversa dele pra ser ditador. Morreu sem ver a cidade pronta, foi morte matada. Sabe como são os políticos que tem muitos inimigos, né?!

Ai que chega o doido Dário: "vamos mudar essa capital pra Persépolis!". Persépolis fica à uns minutinhos só de Pasárgada, dá pra ir e voltar num dia só. Nessa arrumação toda doido Dário se torna governador. Um 'ribuliço' dos diabos. Passaram a maquina em Pasárgada... mas os pasárgadianos não deixam a terrinha morrer. Perto da prefeitura tem a tumba de Ciro II, um negocio de pedra feio feito a mulestia. Só não mais horroroso do que um anjo azul que tem na avenida Hermes da Fonseca. Me contaram que certa vez um tal de Alexandre veio na tumba, o chamavam de o Grande, acho que era porque o 'cabra' tinha quase dois metros de altura. Ele morria de ódio de Dário, dizem que Alexandre matou Dário, briga lá deles dos dias de cachaça e jogo de pife. Outros dizem que era questão de homossexualidade, que Dario tinha chamado Alexandre de 'boiola'.

A história de Pasárgada é longa, hoje a chamam de sítio arqueologico.

Pasárgada, terra da arqueologia. Porque tem muita história pra contar. Concerteza tem sim, eu vou está aqui pra ouvir.

Bem vindos a Pasárgada. Aqui todos são amigos!