sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Feliz Dia dos Professores


15 de outubro - Dia dos Professores
"O Serra mente, perdeu a chance de ser presidente.
Daqui a pouco tem eleição...
...Lá no planalto ele não chega não!"

Coisas que o Brasil não pode esquecer. Senhor Serra, não adianta vir com esse papinho de dois profissionais por sala quando se não tiver preparo adequado essa história vai se repetir! A educação precisa de qualidade, não de quantidade! E quantidade não garante sustento da qualidade profissional!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Marilena Chauí e as eleições brasileiras


Qual é a religião do Brasil?

Historicamente, nosso país recebeu centenas, milhares de povos. Cada um que habitou essas terras trouxe também de suas origens marcas particulares da cultura. Essa mistura de povos e crenças leva ao estimulo de uma miscigenação onde a pergunta que fica é: qual é a religião certa do Brasil?
Aqui católico fala que budista é errado, que a maçonaria é satânica, que evangélico é neurótico. Aqui evangélico diz que está acima de todos, que Nossa Senhora não tem importância. Aqui religião de preto é diabólico, axé e candomblé devem ser temidos. Aqui espírita é idiota, ateu é ridículo, e islâmico é terrorista. Mas afinal, qual a constituição religiosa do Brasil?
Cada um com sua crença, o melhor assim seria se cada um assumisse seu devido espaço.
Em um país com essa mistura o mais fácil seria dizer que não há o mais certo e o mais errado. Assim, etnologicamente falando, não existem superiores e moralistas. Pelo contrário, o que vemos são claramente exemplos de pseudo-moralismos nas nossas instituições religiosas, entre elas a que se dizem mais certas, as grandes precursoras das histórias religiosas.
O que estamos vendo no processo eleitoral brasileiro de 2010 é o que se pode chamar de Guerra Santa, onde as ideologias religiosas foram usadas para manipular uma massa de fiéis religiosos através de suas construções morais. Como tão corretamente morais que chegam a ser contraditórias, pois não deixaremos esquecer-se de quantas meninas foram punidas moralmente pelas Igrejas e Templos (Católicos, Evangélicos, etc.) por praticarem abortos quando ainda não tinham idade de serem reconhecidas como adolescentes e que por outro lado o pai da criança abortada foi no mínimo protegido pelos porões de entidades religiosas. Sobre "pai" leia como "aquele que conduz a instituição religiosa" (padres e pastores).
Minha mensagem é: Deixe a política que se faça pelos eleitores e a religião entre os fiéis.
É no mínimo lamentável o curso ao qual se deu nossas eleições, onde os candidatos agora têm que adotar uma metodologia baseada na aderência a aceitação dos fiéis, e não mais são tratados como eleitores.
Nossa política pública, a nível país se viu resumida aos interesses particulares de entidades religiosas. Onde os profissionais políticos se lançam em uma base tremula para agradar gregos e troianos (fiéis e eleitores).
Qual a religião do Brasil?
Países que se constituem baseados em uma fé religiosa têm um vasto histórico de guerras sangrentas onde economia, política, sociedade e Estado estão assentados em fundamentalismos religiosos e que, pode-se comprovar que: não dá muito certo. Onde tudo que rege um país fica associado às doutrinas religiosas temos conflitos de interesses sempre voltados às moralidades religiosas.
No Brasil, está se fazendo uma jogada eleitoral focalizando muito as ordens religiosas. Isso, particularmente falando, não é bom! Nossos profissionais políticos perdem então o sentido de respeito a democracia pelas honras religiosas e seus regimentos sensacionalistas.
Acorda, Brasil! O que está em jogo agora são os discursos de influência do bem-comum e da estabilidade do Estado. Não vamos deixar que os comícios se transformem em cultos e missas!

domingo, 10 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A evolução da liberdade


Militância: na luta pela Democracia.

"Porque se chamava moço, também se chamava sonho. E sonhos não envelhecem."
(Milton Nascimento)

Dilma tinha apenas 14 anos quando o pai morreu. Já havia lido “Germinal”, romance de Emile Zola sobre as sub-humanas condições de vida dos trabalhadores das minas de carvão francesas. Lera também “Humilhados e Ofendidos”, de Dostoiévski, entre os muitos clássicos humanistas que Pedro Rousseff lhe apresentara. O pai ensinara a filha a amar os livros e as pessoas. Agora, ela teria que seguir o aprendizado ao lado dos irmãos, Igor e Zana, e da mãe, dona Dilma, que lutaria com unhas e dentes para manter a família no rumo traçado pelo marido.

Dilma vai fazer o ensino médio no Colégio Estadual Central e, em seguida, a faculdade de economia na Universidade Federal de Minas Gerais, centros de efervescência cultural e política de Belo Horizonte às vésperas do golpe militar de 64. A barra mais pesada viria em 68, quando o AI-5 baixado pelos militares mergulhou o Brasil ainda mais fundo nos porões da repressão.

A adolescência e a juventude são temperadas com literatura, cineclube e discussões políticas nos bares onde o petisco preferido dos rapazes e moças sem dinheiro no bolso é farinha com molho inglês a palito. Dilma e sua geração entram de cabeça na militância política. Com 16 anos ela já está na Polop. Depois na Colina e finalmente na VAR-Palmares -- todas organizações clandestinas, num tempo em que tudo era proibido e que você podia ser preso apenas por escrever num muro a palavra “Liberdade”.

Os trabalhadores eram proibidos de reivindicar melhores condições de trabalho, os estudantes não podiam se organizar, o teatro, o cinema, a literatura e as artes em geral estavam sob forte censura, não existia liberdade de imprensa.

Dilma vê amigos presos, torturados, exilados e assassinados pela repressão. Casa-se com o companheiro de militância Claudio Galeno. Os dois caem na clandestinidade e, para fugir ao cerco da repressão, dividem-se entre diferentes cidades, até que a distância acaba separando o jovem casal.

Pouco depois, ela se apaixona pelo advogado e militante gaúcho Carlos Araújo. Em 1970, é presa e torturada nos porões da Oban e do Dops, em São Paulo. Como jamais participou de qualquer ação armada, a Justiça Militar a condena apenas por “subversão”, com pena de dois anos e um mês de prisão. Seu “crime” foi o mesmo de tantos jovens daqueles anos rebeldes: querer mudar o mundo.

http://www.dilma13.com.br/biografia/militacia/

Depois de vencer a luta, é que se pode cantar o hino da vitória:



A descoberta

"Quando vou pra dar batalha, convido meu coração"
(João Guimarães Rosa)

No final de 2002, o recém-eleito presidente Lula chamou a secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff, para uma reunião. Ele a conhecia apenas de nome. Sabia que graças a ela o Rio Grande do Sul conseguira escapar do racionamento de energia imposto ao país pelo governo Fernando Henrique. E o novo Brasil que Lula construiria nos próximos oito anos precisava de energia, de muita energia para voltar a crescer e gerar empregos.

Dilma parecia, portanto, a pessoa certa. Mas quem era, de fato, aquela mulher? O que ela pensava? O que ela sentia? Quais os seus sonhos? Lula fazia essas perguntas a si mesmo, quando Dilma entrou na sala de reuniões, com um laptop debaixo do braço.

“Pois bastou uma única conversa para eu ver que, além de enorme competência técnica, Dilma tinha também uma extraordinária sensibilidade social”, lembra Lula.

Ministra das Minas e Energia, depois ministra-chefe da Casa Civil, Dilma coordenou alguns dos principais programas do governo Lula: Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, Pré-Sal. E foi assim que a jovem que lutou contra a ditadura para mudar o Brasil ajudou a mudar o Brasil.

A seguir, você vai conhecer a história de Dilma Rousseff, para votar consciente e ajudar a eleger a primeira mulher presidente do Brasil – porque, como bem nos mostrou o presidente Lula, quem conhece Dilma escolhe Dilma.

http://www.dilma13.com.br/biografia/descoberta/

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Coisas que a globo não mostra

Quer acreditar nessas entidades (Globo e PSDB)?
Azar o de vocês!



Fora Rede Globo:


Fora mídia porca! O povo cansou de vocês!