sábado, 27 de fevereiro de 2010

"Não! Essa cabeça não!"


Uma das lições mais importantes da vida que eu tenho, minha mãe diz em uma frase, meu pai conta a história.
Mas as vezes é difícil, e você sendo um chapéu, mesmo sem perceber, escolhe a cabeça errada. Mas se eu percebo que cai na cabeça errada, vôo fácil. Pego o primeiro vento e vou embora, chapéu é fácil de voar, mesmo que voçê ponha a mão e tente segurar.
"O velho e o chápeu
Uma vez, um senhor subiu num caminhão para seguir viagem até o seu sítio. No meio do caminho o chapéu dele voa. E ele se faz de despercebido.
Preocupadas, as pessoas que viajavam junto ao velho foram dar conta do chapéu do pobre.
- Senhor, seu chapéu vôo, não vai atrás?
E o velho responde:
- Eu só quero quem me quer."
Talvez se a cabeça tem piolho, se os cabelos não forem limpos e se eu (chapéu) não for bem cuidado com certeza não vou optar por essa cabeça.

Um dos quatro Ds

Deslumbramento
Descobrimento
Decepção
Desemprego (talvez)

Ironicamente, isso 'quase' acontece. Mas é simples, não se acomode e aguarre tudo que puder pela frente, ai você está feito. Não da pra fazer certas coisas, sem pensar em evoluir lá dentro mesmo. Se eu posso, porque não?
Conhecimento... tenho.
Reconhecimento... já tenho
Vontade... tenho
Condições... tenho demais
Moral, até isso eu já conquistei.

Já ganhei!



Pergunte-se...

(...)
"Aqueles que reividicam das ciências humanas que estas "deixem de considerar o ser humano como apenas ser cultural", que "considerem o indivíduo humano como igualmente ser biológio" (e daí resulta que exigem das ciências humanas que falem do ser humano utilizando-se de conceitos das ciências biológicas e médicas - hormônios, regiões do cérebro etc. -, com as impropriedades possíveis de atestar nos auditórios universitários, ao escutar-se alguns deles a tratar do que desconhecem), estes reivindicam que as ciências humanas abandonem seus pressupostos e sua especificidade. Reivindicam, igualmente, que as ciências humanas abandonem suas importantes conclusões e críticas e esclarecedoras do gênero humano (e, nesse sentido, conclusões emancipatórias contrárias a determinismos e substancialismos). Que querem esses críticos com suas teses sobre um "antes da cultura" (um "antes" do reino do além? Corpo sem o atravessamento da linguagem, da cultura? Confundem a mente cultural com o funcionamento do cérebro? Para eles é a mesma coisas?) Pretendem afirmar que nossas sociedades, relações sociais e instituições não são explicáveis apenas por suas construções sociais e históricas, construções atravessadas de relações de poder, conflitos, lutas, mas são "igualmente" obras do "macaco humano" e, portanto, o machismo, a desigualdade de gênero, o racismo, a homofobia, as desigualdades sociais, as violências etc. seriam "obras" também de uma animalidade ancestral conservada em genes, ativadas em hormônios? No dia em que as ciências humanas admitirem tais impropriedades deixarão de ser ciências do homem e ciências das histórias das coletividades humanas e passarão a ser um aberração qualquer que não merecerá mais ser ensinada nas universidades."
(...)

("Por uma teoria construcionista crítica"
Alípio de Sousa Filho - Professor do Departamento de Ciências Sociais da UFRN. Doutor em sociologia pela Sorbone.)


- Depois disso tudo, a gente abre a boca e se pergunta: "Foi bom, papudo?"

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Aprenda!


E NUNCA CONFIE NUM ARGENTINO!

"Me respeite, que eu sou petista!"


Aplausos, aplausos. Ela não é H.H. Ela é por aclamação, ela é nossa.
Aplausos e abraços, petista de criação.
"Não da pra apagar o Sol
Não da pra parar o vento
Não da pra contar estrelas que brilham no firmamento
Não da pra parar um rio, quando ele corre pro mar
Não da pra calar o Brasil, quando ele quer cantar
(Agora é: Dilma lá! Brilha uma estrela!!)
Bote essa estrela no peito
Não tenha medo ou pudor, agora eu quero você
Te ver torcendo a favor
A favor do que é direito
Da essência que restou
A favor de um povo pobre, mas nobre e trabalhador
É direito dessa gente, querer um Brasil mais decente
Ter direito a esperança e uma vida diferente!..."
É SÓ A GENTE QUERER, QUE AMANHÃ ASSIM, SERÁ!
Fale o que seja e cale-se os errados, mas ninguém nunca viu tantos progressos e oportunidades desde que o poder esteve do nosso lado.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Nada tendo a ver uma com a outra

"Mesmo que suas correntes, linhas, siglas, estanques, escolas, postulados e paradigmas tenham todos os aspectos desse construcionismo crítico o máximo o bastante que se foi feito a intenção de ter, ainda se encontra certos "substancialismos" antigos em determinados pensamentos. Ou seja, é identificado um corpo de pensamento ou movimento teórico não-coeso."
(Minhas observações sobre "Por uma teoria construcionista crítica")

Ministério da Saúde Mental adverte: "Não estude introdução à Sociologia!"