quinta-feira, 15 de abril de 2010

Quem não lê não tem muito a dizer

Queria apenas fazer uma singela homenagem a um dos autores que considero maior gênio da história literária.


Mario Vargas Llosa, peruano, nascido em 28 de março de 1936 é um dos maiores escritores mudialmente reconhecido por seu nível romancista, jornalista, ensaista e político.

Suas obras: Os Chefes (1959); A Cidade e os Cachorros (1963); A Casa Verde (1966); Conversa na Catedral (1969); Pantaleão e as Visitadoras (1973); Tia Julia e o Escrivinhador (1977); A Guerra do Fim do Mundo (1981); História de Mayta (1984); Quem matou Palomino Molero? (1986); O Falador (1987); Elogio da Madrasta (1988); Lituma dos Andes (1993); Os Cadernos de Dom Rigoberto (1997); A Festa do Bode (2000); O Paraíso na Outra Esquina (2003); Travessuras da Menina Má (2006).

Um gênio, suas obras me motivam e inspiram! Sou uma fanatíca por suas obras, livros que já possuem um cheiro caractéristico de todo um ar profundamente culto. Palavras que você se perde, e quanto mais lê menos quer sair das linhas!

Em branco

Foi tudo que eu escrevi
Foi como o meu futuro com uma herança que a Deus pertence
Mas nada que fale agora muda todo o dissabor de onde não esperava nada
Mesmo que com diz o poeta, que agora, eu tenha me fechado como dedos
Que o vento grita sempre comigo, palavras levianas

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Regardless of any effect

"Porque hoje acordei sentindo mais prazer ainda em ser eu, e em ser assim como sou!"

"One day I decided to change and do everything I wanted to do. I broke free of that ordinary life that I took someone standing next to. And without thinking I was going to change, and without regard to what happened to me, one day I will call you to tell him that dream has grown. In the air I breathe, I feel happy to be who I am is where I am."







Agora não me falta nada!! Tudo já é o bastante para prosseguir.
Eu não preciso de ninguém para me fazer feliz. Eu sei me dar prazer.
Minha felicidade só depende de mim.
E você? De que depende a sua felicidade?

domingo, 11 de abril de 2010

Escrava da Alegria

É o que mais se vê, pessoas que dizem felizes de determinadas maneiras. Mas essa alegria vem acompanhada de uma tristeza escondia que de alguma maneira todos tentam esconder. Mas essa postagem não é com intuito de contaminar as felicidades alheias. Quero aqui prestar uma homenagem a alguem que sempre foi um simbolo de felicidade.
Isso porque quando procuramos uma foto sua, em que esteja ao menos serena, não existe. Em todas você está sorrindo. E é assim que sempre lembrados de ti, sempre rindo, sempre alegre. A vida era sempre festa, e tudo era motivo pra festa.

"Agora sabemos que no céu existe uma pessoa maravilhosa, para iluminar nossos caminhos e um dia festejar nossa chegada ao paraíso!"

Um energia assim imensa, e um eterno amor pela vida que sentimos até hoje. Você pode ter ido em físico, mas sua energia, alegria, felicidade dá pra sentir até hoje. Uma pessoa que me inspira em levar a vida do modo mais "Up" possível.

"Era tanta alegria que transbordava! E ficou a impressão de que precisavam mais da sua alegria do outro lado da vida do que aqui, para levá-la assim cedo demais. Era tanto entusiasmo que contagiava a todos em seu redor, sem deixar tempo para a tristeza. Eram tantas amizades que cada um de nós ficou a imaginar como um coração tão ocupado por alguns podia ainda ser compartilhado por tantas e tão diversas pessoas. Eram essas pessoas que quando precisavam de você, Paolla, tinham a certeza de encontrar carinho, compreensão e solidariedade. Sem dificuldades, saltando obstáculos, ajudava a todos sem medir esforços. Tudo ficou para trás: sua casa, seus animais de estimação, seus sonhos, suas festas, seus amigos, sua família... Só não ficou o amor que sentia por nós, foi o que você levou. Em cada um de nós ficou também o seu amor, a saudade que guardaremos até o fim e a esperança de que Deus nos conceda a graça de encontra-lá qualquer dia, para que possamos abraçá-la e, se não o fizemos em vida, com toda a intensidade, dizer-lhe o quanto a amamos.

Será longo o tempo de se acostumar, pois esquecer do seu sorriso não é possível"

Hoje, 11/04, Feliz Aniversário e seus 29 aninhos. Que a festa no céu esteja tão boa quanto as que você promovia por aqui!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

Estudos da coisa (por Pitty)

Eu não sou o meu carro
Eu não sou meu cabelo
Esse nome não sou eu
Muito menos esse corpo
Não tenho cor nem cheiro
Não pertenço a lugar algum
Eu posso ir e vir como eu quero
Nada me toca nem me aprisiona
Vou pairando leve, leve, acima da carne e do metal

Eu não a comida que eu como
Não sou a roupa que eu visto
Não espere por uma resposta porque eu não tenho explicação
Eu não sou a minha casa
Não faço parte da minha rua
Vou pairando leve, leve, acima da carne e do metal

Eu possuo muitas coisas
E nada disso me possui

Espíritos são livres
Espíritos passeia por aqui
Espíritos são livres
Espíritos só passam por aqui

sábado, 27 de março de 2010

O sujeito que promove o mundo


Por onde ela passa tira suas fotos, assim mesmo com os olhos. Imagina todo o leque de possibilidades que o mundo poderia aderir pra si. E o ver com o infinito.

Ele já passou por demais recantos, e cantos, e lugares e mares. E viu todas as diferenças que se reproduzem nos patamares da eterna humanidade.

Eterna, porque ele viu o fim do mundo.

Passando a mão nas águas, fez brotar a vida que dali nasce. Soprou e criou os ventos, e os ventos criaram os pássaros. Deu passos que marcaram a terra e fez nascer a flamejante vida humana.

Pensou e foi parido, e descobriu ser pequeno, e continuou seguindo no mundo. Andando, buscando, caçando e pescando. Criando coisas, e aprendendo a usa-lá. Foi indo, e vindo e voltando... sempre buscando, mas tudo que lhe era novo não era bom o suficiênte para sua existência de mundo.

E andando e olhando, fez coisas, construiu e simplesmente abandonou. Chegou a um ponto que procurava respostas. E se viu muito só sem responde-las, sem poder, sem voz e sem porquês. Nem falava, vivia só, não foi ensinado a falar. Sabia funções do corpo por vê-las naturalmente acontecer. Mas quem era não sabia, de onde vinha. Chegou a pensar que havia se materializado do nada. E a agonia lhe tomou a cabeça, e as lágrimas lhe surjiam a face, e ele não entendia o porque e nem sabia a definição para aquele choro.

Continuou perdido no mundo, só! Desceu a testa da montanha, e sozinho, não sabe onde vai parar... segue-se sem destino.